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Banco de Dados de Esculturas Brasileiras
   
Mário de Andrade
Publicada por Companhia de Restauro

Autor da Escultura:
Bruno Giorgi

Data de Inauguração:
1946

Cidade:
São Paulo

Estado:
São Paulo

Endereço:
Praça Dom José Gaspar, 2-54 - República, São Paulo, 01047-010, Brasil


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Imagens:

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Autor das fotos:
Companhia de Restauro

Motivo de sua criação:


Histórico da obra e/ou do autor:

O Autor da Obra Bruno Giorgi nasceu em Mococa, Brasil, 1905

Origem da iniciativa: Departamento de Cultura de São Paulo.

 

Sobre o homenageado:

 Um dos criadores do modernismo no Brasil, Mário Raul de Morais Andrade era de família rica e aristocrática. Formou-se no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, onde seria professor.

Seu trabalho com a literatura começou bem cedo, em críticas escritas para jornais e revistas.

Em 1917, publicou o primeiro livro, versos assinados com o pseudônimo Mário Sobral: " Uma Gota de Sangue em Cada Poema".

Em 1921, Oswald de Andrade (depois de ter lido os originais de "Paulicéia Desvairada", que seria lançado em 1922) escreveu para o "Jornal do Commercio" um artigo em que chamava Mário de "meu poeta futurista".

Junto com Oswald e outros intelectuais, Mário ajudou a preparar a Semana de Arte Moderna de 1922. No segundo dia de espetáculos, durante o intervalo, em na escadaria do Teatro Municipal, leu algumas páginas de seu livro de ensaios "A Escrava Que Não É Isaura". O público, despreparado para a ousadia, reagiu com vaias.

"Amar, Verbo Intransitivo" (1927), o primeiro romance, desmascara a estrutura familiar paulistana. A história gira em torno de um rico industrial que contrata uma governanta (a Fräulein) para ensinar alemão aos filhos. Na verdade, tudo não passa de fachada para a iniciação sexual do filho mais velho.

Em "Clã do Jabuti" (também de 1927), Mário mostra a importância que à pesquisa do folclore brasileiro, tendência que atingirá seu ponto alto no romance "Macunaíma" (1928), no qual recria mitos e lendas indígenas para traçar um painel do processo civilizatório brasileiro:

"No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo do Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma".

Na musicologia, seu "Ensaio Sobre a Música Brasileira" (1928) influenciou nossos maiores compositores contemporâneos, nomes como Heitor Villa-Lobos, Francisco Mignone, Lorenzo Fernández, Camargo Guarnieri.

Como contista, os trabalhos mais significativos de Mário de Andrade acham-se em "Belazarte" e "Contos Novos". O primeiro livro mostra a preocupação do autor em denunciar as desigualdades sociais. O segundo se constitui de textos esparsos (reunidos em publicação póstuma), mas traz os contos mais importantes, como "Peru de Natal" e "Frederico Paciência".

Mario de Andrade lecionou por algum tempo na Universidade do Distrito Federal (Rio de Janeiro) e exerceu vários cargos públicos ligados à cultura, no que sobressaía seu lado de pesquisador do folclore nacional. Teve ainda participação importante nas principais revistas modernistas: "Klaxon", "Estética" e "Terra Roxa e Outras Terras".

Morreu de ataque cardíaco, aos 51 anos. Sua obra poética foi reunida e publicada postumamente em "Poesias Completas".

(fonte: http://educacao.uol.com.br/)



Observações:

Dados técnicos: peça – Bronze (0,70 x 0,33 x 0,45m)
Pedestal – Granito – (1,78 x 0,80 x 0,70m)


Informações existentes na obra:
Assinatura - face lateral direita inferior:
B. GIORGI
Inscrição - face frontal do pedestal:
A
MÁRIO DE ANDRADE
O
DEP. DE CULTURA
S. PAULO 25.02.1946


Referência: Livro Obra de Arte em Logradouros Públicos de São Paulo – Regional (Ed. Imprensa Oficial do Estado S.A. IMESP / 1993)
 



Materiais:
Bronze

Natureza:
Busto, Escultura

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