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Banco de Dados de Esculturas Brasileiras
   
Prudente de Moraes
Publicada por MuBE VIRTUAL

Autor da Escultura:
Jairo Ribeiro de Mattos

Data de Inauguração:


Cidade:
Piracicaba

Estado:
São Paulo

Endereço:
R. Santo Antônio, 641 - Centro, Piracicaba - São Paulo, 13400-160, Brasil


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Imagens:

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Autor das fotos:
Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba (IPPLAP)

Motivo de sua criação:

Homenagem a Prudente de Moraes



Histórico da obra e/ou do autor:

Sobre o homenageado

Nascido em 4/10/1841, em Itu, e falecido em 3/12/1902, em Piracicaba, Prudente José de Moraes Barros foi advogado, político,
republicano histórico e o primeiro presidente civil da República brasileira. Seu pai, José Marcelino de Barros, agricultor, foi assassinado, quando ele
tinha 3 anos de idade, ficando, sua educação, apenas por conta de sua mãe, Catarina Maria de Moraes. Posteriormente, ingressou no Colégio Manoel
Estanislau Delgado, fechado em 1856, quando ele se mudou para S. Paulo, concluindo, em 1858, os preparatórios, no Colégio João Carlos da
Fonseca, e ingressando na Faculdade de Direito de S. Paulo. Nesta, fez amizade com colegas, que teria, grande importância em sua vida e na História
do Brasil: Campos Salles, Rangel Pestana e Bernardino de Campos, entre outros. Bacharelado em 1863, instalou-se em Piracicaba. Em 1865,
ingressou na política, sendo eleito, sucessivamente, vereador (1865), deputado provincial, pelo Partido Liberal (1868), representante do Partido
Republicano na assembléia provincial (de 1878 a 1879 e de 1882 a 1883) e na assembléia geral do Império (1885). Em 1886 tentou reeleger-se para
a Câmara dos Deputados, mas foi derrotado pelos monarquistas; eleito para a legislatura 1888-1889, dividiu seu tempo entre a advocacia e o mandato
de deputado provincial. Em agosto de 1889, tentou, novamente, a Câmara, e foi mais uma vez derrotado pelos monarquistas. Em 15 de novembro,
com a implantação da República, passou a fazer parte da junta governativa de São Paulo, com Rangel Pestana e o coronel Joaquim de Sousa Mursa;
em dezembro do mesmo ano, a junta foi extinta e foi nomeado presidente do Estado, cargo que ocuparia durante dez meses. Em outubro de
1890, como senador, participou da Assembléia Constituinte, sendo eleito seu presidente, derrotando Saldanha Marinho, por 146 votos contra 81.
Marcada a eleição republicana, para o dia 25 de fevereiro de 1891, foi apresentada a chapa Prudente de Moraes e Floriano Peixoto, para presidente e
vice, contra a chapa composta por Deodoro da Fonseca e Eduardo Wandenkolk. Deodoro sairia vencedor, enquanto Floriano seria eleito vice.
Cumprido o seu mandato de senador, teve sua candidatura à presidência oficializada pelo Partido Republicano Federal. Eleito, sendo empossado em
15/11/1894, com a preocupação inicial de pacificar as facções divididas em dois extremos: os adeptos do governo forte de Floriano e os saudosistas
monárquicos. E o país continuava conturbado, com a guerra civil, eclodida no governo de Floriano e só arrefecida com a morte de Saldanha da Gama,
a 24 de junho de 1895. Mas ele enfrentaria, posteriormente, a revolta da Escola Militar, a revolta de Canudos (liderada por Antônio Conselheiro) e uma
situação financeira grave, como reflexo, da política de encilhamento, criada por Rui Barbosa, quando ministro da Fazenda. Para contornar a situação,
obteve dos grandes banqueiros ingleses, a consolidação d as dívidas externas em uma única dívida de longo prazo, com altos juros, comprometendo a
renda produzida pela exportação. Esses fatos abalaram a sua popularidade, a qual seria rapidamente recuperada, quando sofreu um atentado em
5/11/1897, em frente ao Arsenal de Guerra, pelo cabo do Exército, Marcelino Bispo de Melo, no qual seria assassinado o ministro da Guerra, Marechal
Bittencourt, que fora em sua defesa. Instalado o estado de sítio, foi instaurado inquérito, que, concluído em 1898, mostrou que o cabo fora um braço
armado por conspiradores palacianos. Sufocada a oposição, pôde então, concluir seu mandato, entregando o governo a Campos Salles. Terminado o
governo, retirou-se para Piracicaba, onde viria a falecer
 

Sobre o autor

Jairo Ribeiro de Mattos é natural de Piracicaba, e nasceu em 1931.



Observações:

Nível de proteção da escultura: Instalada no jardim de imóvel Tombado pelo CONDEPHAAT

Peça: concreto
Pedestal: granito apicoado

Descrição: A herma está apoiada num monólito de granito.
 

Fonte: "Inventário de Obras de Arte, Marcos Civis e Referenciais de Memória em Espaços Públicos na Cidade de Piracicaba", realizado pelo Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba (IPPLAP)



Materiais:
Concreto

Natureza:
Busto

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